Moçambique: ANAMOLA acusa Governo de “total improviso” na gestão das cheias

A Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo (ANAMOLA) acusa o Governo moçambicano de “total e completo improviso” na gestão das cheias que têm afetado o país nos últimos dias.

O partido liderado por Venâncio Mondlane considera que há uma falta de preparação, de articulação institucional e de meios humanos, materiais e financeiros.

As declarações foram feitas por Mondlane nesta segunda-feira, 26 de janeiro, durante uma conferência de imprensa convocada e realizada na sede nacional da ANAMOLA, em Maputo.

De acordo com o dirigente, “cerca de 650 mil pessoas foram afetadas, o que corresponde a aproximadamente 150 mil famílias, com maior incidência nas províncias de Gaza, província de Maputo, cidade de Maputo e província de Inhambane”.

No total, prosseguiu, “82 mil casas foram inundadas, das quais cinco mil totalmente destruídas”, além de terem sido registados “cerca de 167 mil hectares de produção agrícola destruídos”, o que, segundo o ANAMOLA, compromete seriamente a autonomia económica das populações afetadas.

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