O Conselho de Ministros de Moçambique reuniu-se em Chimoio, onde tomou três decisões com impacto direto na economia, no desenvolvimento local e na integração regional.
As três decisões foram a aprovação do regulamento do Banco de Desenvolvimento de Moçambique, o balanço do primeiro ciclo do Fundo de Desenvolvimento Económico Local e a concessão da Fronteira de Machipanda.
Segundo o porta-voz do Conselho de Ministros, Salim Valá, o país passa a dispor de uma instituição financeira com capacidade para mobilizar recursos de longo prazo e atrair parceiros internacionais.
O Banco de Desenvolvimento de Moçambique foi criado como pessoa coletiva de direito público, sob a forma de sociedade anónima, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial, esclareceu a mesma fonte.
“Trata-se de um modelo híbrido que conjuga a missão pública, a persecução do interesse nacional de desenvolvimento, com a disciplina e o rigor de gestão própria de sociedades comerciais, conferindo a esta instituição a independência técnica necessária para realizar as suas operações sem interferências, sobretudo interferências políticas”, disse ainda Valá.