Eleições 2025 – Entrevista a Paulo Viana, Candidato pelo PPM: “O movimento associativo português nos países de acolhimento é vital para a preservação da identidade nacional”

Paulo Alexandre Pereira Santos Viana tem 52 anos de idade, é natural de Massarelos, no Porto. Conta com o 12° ano e estuda numa faculdade Inglesa chamada Elizabeth School of London. Trabalha num posto de combustível em Inglaterra. Nos últimos dias, concorreu a deputado municipal (Councillor) pelos Liberais Democratas em Inglaterra. O seu partido “venceu as eleições”, mas Paulo ficou em terceiro lugar, não alcançando a sua eleição, mas “prestígio”, sobretudo, junto da população da vila de Leamington Spa, no centro de Inglaterra, onde vive há cerca de duas décadas.

Paulo Viana é hoje candidato cabeça de lista a deputado à Assembleia da República portuguesa pela emigração pelo círculo europeu pelo Partido Popular Monárquico.

Em entrevista à nossa reportagem, este candidato avançou que ações pretende tomar caso seja eleito.

O que está a impulsionar a sua candidatura?

A falta de ajuda de representações Diplomáticas espalhados por toda a Europa, a falta de democracia nas Listas dos Eleitores (existem nomes de pessoas que já não são emigrantes) e os Serviços Sociais de apoio aos Emigrantes Portugueses que são escassos.

Que políticas são necessárias para a comunidade portuguesa emigrada?

Se eu ganhar irei me debruçar-me nestes pontos gerais que, de forma geral, são as políticas necessárias para apoiar a comunidade emigrante portuguesa, o que inclui: Facilitação do Regresso e da Reintegração: apoios financeiros para quem quiser regressar a Portugal e programas de emprego, formação profissional e reconhecimento de qualificações obtidas no estrangeiro; Apoio à Educação e à Língua Portuguesa: oferta de ensino de português no estrangeiro para filhos de emigrantes e criação de centros culturais e apoio a escolas comunitárias; Serviços Consulares Mais Eficientes: modernização dos consulados para atendimento mais rápido e digitalizado e mais serviços online (passaportes, registos, certidões); Representação Política e Cívica: garantir que os emigrantes possam votar facilmente nas eleições e apoiar a participação ativa da diáspora na vida política portuguesa; Apoio Social e Jurídico: apoio em situações de emergência (desastres naturais, crises políticas) e assistência jurídica para questões de imigração, trabalho ou direitos humanos; Promoção da Cultura e Identidade Portuguesas: financiamento de eventos culturais e desportivos no estrangeiro e incentivo ao fortalecimento da ligação emocional e cultural com Portugal; Incentivo ao Investimento e ao Empreendedorismo: criar programas para que emigrantes possam investir ou abrir negócios em Portugal e reduzir burocracias para quem quer empreender no país de origem.

Por fim, que mensagem deixa para os eleitores?

O slogan da minha campanha é: “Unidos pela nossa Terra, juntos pelo nosso Futuro”. A minha mensagem é esta. Somos milhões de portugueses na Europa que não esqueceram as suas raízes.

Quero ser a voz que leva os vossos sonhos, necessidades e direitos a Portugal. Defendo: serviços consulares rápidos e digitais; ensino da língua portuguesa para as novas gerações; facilitação do voto no estrangeiro; apoios reais para quem deseja regressar a Portugal. Não somos emigrantes de segunda — somos Portugal no mundo!

A entrevista completa pode ser lida em: www.gazetalusofona.com

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