A Frente Revolucionária de Timor-Leste Independente (Fretilin) disse nesta terça-feira, 07 de maio, que estava preocupada com a desvalorização do salário mínimo.
Neste sentido, criticou o Governo timorense por ter recusado uma proposta de aumento para 150 dólares (cerca de 139 euros) mensais.
“No contexto atual e com a inflação registadas no preço das mercadorias e produtos de necessidades básicas, o salário mínimo deve ser revisto e adaptado à situação atual”, defendeu Antoninho Doutel Sarmento, deputado da Fretilin, no Parlamento timorense, tendo sido citado pela “Lusa”.
Doutel Sarmento referiu ainda que o salário mínimo deve ser aumentado para “equilibrar o poder de compra dos trabalhadores”.
O salário mínimo no país é, atualmente, de 115 dólares (cerca de 106 euros). O Conselho Nacional dos Trabalhadores – que reúne o Governo, trabalhadores e empregadores – fez uma proposta de aumento para 150 dólares (cerca de 139 euros), que foi rejeitada pelo Conselho de Ministros.