Várias organizações da sociedade civil timorense que lutam pelos direitos humanos decidiram juntar-se aos protestos que têm sido feitos por estudantes universitários para “formar uma força de resistência contra a injustiça no país”.
Esta quarta-feira, 17 de setembro, marca o terceiro dia de protestos dos alunos em Díli, altura em que as organizações civis se reuniram pela causa.
Entre as referidas organizações constam a comunidade LGBTQ timorense, além de um movimento que luta pelos direitos das pessoas com necessidade especiais e da Associação HAK.
A capital do país está sob um clima de tensão, sendo os protestos junto ao Parlamento os mais notórios. A Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) já teve de intervir, tendo chegado a usar gás lacrimongéneo para dispersar os manifestantes.