O líder da igreja Prophetic Healing and Deliverance, Walter Magaya, uma figura preomenente no Zimbábue, vai a julgamento no dia 19 de fevereiro, após ter comparecido no Tribunal de Harare nesta segunda-feira (26), onde é acusado de quatro crimes de violação.
Trata-se de mais um adiamento, situação que preocupa os advogados do acusado, uma vez que as audiências estavam inicialmente previstas para os dias 26 de janeiro e 16 de fevereiro.
Walter Magaya é acusado de, entre outras acções, em 2020 ter oferecido um cargo a uma mulher de 24 anos e, posteriormente, tê-la atraído para um hotel pertencente à igreja que dirige, onde terá sido violada, após ter sido informada de que iria estudar a Bíblia.
Foi a própria vítima quem denunciou o caso, ocorrido no mês de julho daquele ano, ao seu padrasto, que acionou a polícia.
Walter Magaya, que responde em tribunal em Harare enquanto se encontra detido, considera as acusações de violação como parte de uma campanha difamatória, embora também seja acusado de fraude.
No ano passado, ele e a sua esposa enfrentaram acusações perante um tribunal em Harare.