A Meta está a ser processada nos EUA devido a alegadas violações de privacidade ligadas aos seus óculos inteligentes com IA, após uma investigação revelar que trabalhadores de uma subcontratada no Quénia analisavam imagens sensíveis, incluindo nudez, idas à casa de banho, relações sexuais e dados bancários.
O processo alega publicidade enganosa, questionando a afirmação da Meta de que os óculos são «concebidos para garantir a privacidade». A Luxottica of America, parceira de fabrico, também é visada.
Apesar de a Meta afirmar que rostos e dados são geralmente protegidos, fontes confirmam que nem sempre é o caso. A empresa refere que a revisão humana de conteúdos tem como objetivo melhorar a experiência do utilizador, mas destaca que a privacidade é uma prioridade.
O caso realça preocupações sobre tecnologias de «vigilância de luxo» e o tratamento de dados sensíveis pelos sistemas de IA.