China aperta controlo sobre drones de consumo em 2026

A China reforçou em 2026 a regulamentação de drones recreativos, com regras mais rígidas de registo, limites de altitude e autorizações de voo, visando travar operações irregulares.

O novo enquadramento complementa o Regulamento de 2024, que já exigia identificação nominal e autorização para voos acima dos 120 metros ou em zonas sensíveis, como aeroportos e áreas urbanas densas.

Em Xangai, entrou em funcionamento um sistema integrado de controlo de tráfego aéreo de baixa altitude. Pequenos drones podem voar em áreas designadas mediante registo, enquanto zonas restritas exigem aprovação prévia. Alguns parques públicos permitem voos mediante marcação.

As sanções aumentaram: infrações graves podem resultar em detenção de cinco a dez dias.

O mercado já sente o impacto, com redução no número de operadores ativos. A DJI diversifica produtos, investindo em câmaras de ação, estabilizadores e robôs aspiradores.

Entre as novas exigências técnicas estão o bloqueio automático de drones não registados e a transmissão contínua de dados de identificação e localização às autoridades durante o voo.

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