A China planeia aumentar em 7% o seu orçamento de defesa para 2026, elevando-o para cerca de 1,9 trilião de yuans (aproximadamente 275 mil milhões de dólares / 253 mil milhões de euros). Este aumento mantém o crescimento moderado e contínuo dos gastos militares, agora pelo 11.º ano consecutivo, e faz parte da estratégia de modernização das Forças Armadas.
O orçamento visa investir em tecnologias avançadas, como inteligência artificial aplicada à defesa, modernização de equipamentos, expansão da capacidade naval e aérea e melhoria do treino das tropas. Pequim destaca que os gastos militares representam menos de 1,5% do PIB, abaixo da média global e de alguns países da OTAN.
O anúncio ocorre num contexto de crescente competição geopolítica e tensões no Indo-Pacífico, onde países vizinhos, como Japão, Índia e Coreia do Sul, também têm aumentado investimentos em defesa. A proposta será agora analisada pelo Parlamento chinês e, se aprovada, reforçará a modernização militar e a capacidade estratégica do país.