Durante o Fórum Económico Mundial em Davos, Donald Trump afirmou que a China fabrica aerogeradores mas não os utiliza, descrevendo a energia eólica como uma “burla” e sugerindo que o país ignora esta fonte de energia.
O governo chinês reagiu rapidamente, destacando os esforços do país em energias renováveis e na transição para uma economia de baixo carbono. Segundo o think tank Ember, em 2024 a China produziu 40% da energia eólica mundial, e em 2025 eólica e solar juntas geraram mais de 26% da eletricidade do país.
Além disso, a China possui o maior parque eólico do mundo, no deserto de Gansu, com mais de 7.000 turbinas e capacidade prevista de 20 GW, suficiente para abastecer cerca de 15 milhões de casas. Os dados mostram que, ao contrário das afirmações de Trump, a energia eólica é uma prioridade estratégica para Pequim.