A China está a elaborar uma política específica para enfrentar os efeitos da inteligência artificial no mercado de trabalho, face às mudanças provocadas pela rápida adoção destas tecnologias. O anúncio foi feito pelo Ministério dos Recursos Humanos e da Segurança Social.
A medida pretende mitigar impactos negativos sobre o emprego, apoiar sectores mais afectados e reforçar a criação de trabalho e a requalificação profissional, com atenção especial a jovens e recém-licenciados.
Segundo o governo, apesar dos desafios, o mercado de trabalho mantém-se estável. Em 2025, a taxa média de desemprego urbano foi de 5,2%, com a criação de cerca de 12,7 milhões de novos empregos.
Especialistas sublinham que o sucesso da política dependerá da capacitação da força de trabalho e do desenvolvimento de competências digitais, num contexto de transformação tecnológica contínua.