Relatórios da Amnistia Internacional revelam que adolescentes na província de Yanggang estão a ser executados por consumir conteúdos proibidos, como K-pop e a série “Squid Game”.
Além da pena de morte, o regime aplica trabalhos forçados e humilhação pública. Sobreviventes afirmam que jovens de famílias sem influência política ou recursos financeiros enfrentam punições mais severas, enquanto os mais abastados podem receber apenas avisos.
Sarah Brooks, da Amnistia, denuncia que a repressão mantém a população numa “gaiola ideológica”, criminalizando o acesso à informação e espalhando medo para controlar a sociedade.