Apesar do ceticismo comum em torno das criptomoedas devido à sua volatilidade, o banco privado BBVA Suíça tem vindo a recomendar aos seus clientes a inclusão de Bitcoin e Ether nas suas carteiras de investimento. Segundo Philippe Meyer, chefe de soluções digitais e blockchain do BBVA, a alocação aconselhada varia entre 3% e 7%, dependendo do perfil de risco do investidor.
Desde setembro de 2024, o banco tem orientado os clientes privados nesse sentido, defendendo que, mesmo com 3% de exposição, é possível melhorar o desempenho da carteira sem assumir riscos excessivos. Meyer considera que o BBVA está entre os primeiros grandes bancos globais a adotar esta estratégia de forma sistemática.
Além disso, o banco planeia ampliar ainda este ano o aconselhamento para outras criptomoedas além do Bitcoin e Ether.
Esta postura reflete uma crescente confiança dos bancos privados nas criptomoedas, que começam a ser encaradas não só como ativos voláteis, mas também como instrumentos úteis para proteção financeira.