Depois de a Austrália ter proibido o acesso às redes sociais a menores de 16 anos, vários países europeus estão a estudar medidas semelhantes para reforçar a proteção de crianças e jovens no espaço digital.
A Dinamarca pretende restringir o acesso a algumas plataformas a menores de 15 anos, admitindo autorização parental a partir dos 13. Em França, o Governo quer apresentar em 2026 uma lei que limite o uso das redes sociais a menores de 15 anos, sendo já obrigatório o consentimento dos pais para criar contas.
A Espanha discute um projeto que exige autorização parental até aos 16 anos, enquanto a Itália analisa uma proposta semelhante, com maior controlo da verificação de idade. A Grécia também avalia uma proibição e já aplica medidas como a limitação do uso de telemóveis nas escolas.
Na Alemanha, não há ainda restrições, mas está em curso um estudo oficial sobre o impacto das redes sociais nos adolescentes, podendo resultar em legislação futura.
O debate europeu reflete a crescente preocupação com os efeitos das redes sociais na saúde, no bem-estar e no desenvolvimento dos menores.