O empresário Oleg Deripaska sugeriu a introdução de uma semana de trabalho de seis dias na Rússia, com jornadas de até 12 horas diárias, defendendo que a medida ajudaria a recuperar a economia face à perda de competitividade global.
A proposta recebeu algum apoio académico, mas enfrenta fortes obstáculos legais e sociais. Gennady Onishchenko reconheceu que o modelo não é viável no imediato, devido à legislação laboral e à falta de preparação da população.
Apesar do debate, o parlamento russo, a Duma Estatal, garantiu que não está a analisar qualquer alteração ao regime de trabalho.
A iniciativa também foi criticada por figuras políticas, como Leonid Slutsky, que consideram que a solução passa por aumentar salários e produtividade, e não por prolongar o tempo de trabalho