Utilização da IA aumenta na UE, mas com fortes diferenças

A adoção de ferramentas de inteligência artificial generativa continua a crescer na União Europeia, embora de forma desigual. Em 2025, mais de um terço dos cidadãos dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico já utilizava este tipo de tecnologia.

Entre os Estados-Membros, Grécia, Dinamarca e Estónia lideram a utilização, enquanto Roménia, Itália e Polónia apresentam os níveis mais baixos.

Os jovens entre 16 e 24 anos são os principais utilizadores, sobretudo para fins educativos e pessoais. Em 21 dos 25 países analisados, os homens recorrem mais à IA do que as mulheres, embora haja exceções como a Estónia e a Eslovénia.

A utilização é também mais elevada entre cidadãos com maior nível de escolaridade e, na maioria dos países, entre agregados com rendimentos mais altos.

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