Um cessar-fogo de 12 horas, mediado pelo ex‑presidente dos EUA Donald Trump e apoiado pelos EUA, entrou em vigor na madrugada de hoje, após 12 dias de intensos combates aéreos entre Israel e Irão. Israel confirmou a trégua, mas anunciou que responderá “firmemente” a qualquer violação, enquanto o Irão afirma não haver uma trégua formal, após relatos de ataques com mísseis lançados sobre Israel durante a madrugada.
Apesar do acordo, as tensões permanecem elevadas. De um lado, Israel reforçou sua postura militar; do outro, o Irão realizou ataques simbólicos a bases americanas no Qatar, todos interceptados sem vítimas, mas confirmando a fragilidade da calma aparente .
Nos mercados globais, houve alívio imediato: o preço do petróleo caiu cerca de 3% e os índices bolsistas subiram, refletindo a esperança de estabilização na região. Entretanto, analistas observam que a trégua é precária e cheia de incertezas, com cancelamento focado em operações, sem um acordo político abrangente para garantir paz prolongada.
Organizações internacionais e governos, incluindo Japão, União Europeia e Turquia, apelam à moderação e à retomada do diálogo diplomático para evitar novo surto de violência. A comunidade internacional acompanha com atenção se a pausa militar será mantida e se poderá evoluir para um acordo duradouro.