O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou que vai reunir o gabinete de segurança para discutir a intensificação das operações militares e a ocupação completa da Faixa de Gaza. O objetivo é derrotar o Hamas, libertar os reféns e eliminar a ameaça que Gaza representa para Israel.
A decisão surge na sequência da divulgação de vídeos de reféns em condições precárias, que reforçaram a determinação do governo em continuar a ofensiva, afastando negociações de paz. Planos anteriores do governo já excluíam a Autoridade Palestiniana e a ajuda da ONU no território.
A escassez de alimentos e ajuda humanitária em Gaza tem causado dezenas de mortes entre civis que procuram ajuda. Incidentes com disparos das forças israelitas perto de pontos de distribuição agravam a crise.
Ajuda por via aérea tem sido lançada por paraquedas, mas o método é perigoso e menos eficaz do que o transporte terrestre. Vários locais de entrada de ajuda já registaram mortes de pessoas que esperavam por suprimentos.
Na madrugada, Israel interceptou um míssil lançado do Iémen, onde os Houthis ameaçam continuar ataques contra interesses ligados a Israel. Os rebeldes exigem o fim da campanha israelita em Gaza e o levantamento do bloqueio sob ameaça de escalada do conflito.