A NATO suspeita que a Rússia poderá desenvolver uma arma para neutralizar a rede Starlink, criando nuvens orbitais de pequenos fragmentos metálicos capazes de destruir múltiplos satélites simultaneamente.
Atualmente, a Starlink possui cerca de dois terços dos 14.000 satélites em órbita baixa da Terra, essenciais para comunicações civis e operações militares, incluindo apoio à Ucrânia desde 2022.
A estratégia russa, de “efeito de zona”, liberaria centenas de milhares de projéteis de alta densidade, com risco de danos colaterais imprevisíveis, incluindo a destruição de satélites de aliados e estações espaciais como a ISS e Tiangong.
Especialistas alertam para o perigo do Síndrome de Kessler, uma reação em cadeia de colisões que poderia tornar certas órbitas inutilizáveis durante décadas. O plano evidencia como o espaço se torna cada vez mais um campo de batalha estratégico.