O governo australiano está a ser pressionado para considerar sanções contra Israel, devido ao bloqueio de ajuda humanitária em Gaza.
O deputado trabalhista Ed Husic e antigos ministros dos Negócios Estrangeiros pedem que a Austrália se una ao Reino Unido, França e Canadá, caso Israel não suspenda as restrições.
No entanto, o primeiro-ministro Anthony Albanese recusa as sanções, mantendo o foco na “paz e segurança para israelitas e palestinianos”.
Entretanto, a organização internacional Freedom Flotilla Coalition anunciou que uma das suas embarcações partiu de Itália com destino a Gaza, para entregar ajuda humanitária.
O grupo descreve a missão como uma ação pacífica contra as restrições impostas por Israel.
O presidente brasileiro, Lula da Silva, condenou a criação de novas colónias israelitas e os ataques em Gaza, recordando que o Brasil também se opôs à ocupação da Ucrânia pela Rússia. Lula afirmou ainda que o Brasil tem um papel essencial nas negociações de paz.
Por outro lado, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, pediu à Austrália que aumente o investimento militar para 3,5% do PIB, como forma de garantir a segurança no Indo-Pacífico.
O governo australiano pretende chegar aos 2,3% até 2033-34.