Um estudo recente mostra que quem sofre de perturbações alimentares continua em maior risco de desenvolver vários problemas de saúde longos anos após o diagnóstico.
A análise, feita com dados de quase 25 mil pessoas em Inglaterra, concluiu que condições como doença do fígado, diabetes, osteoporose, depressão e risco de suicídio são mais frequentes no primeiro ano e permanecem acima da média cinco e dez anos depois.
A maioria dos casos analisados dizia respeito a mulheres, com diagnósticos de anorexia, bulimia ou outras perturbações alimentares.
Os investigadores defendem que estes resultados sublinham a necessidade de acompanhamento médico contínuo, mesmo quando os sintomas alimentares já estão controlados.