“Guiné Equatorial ocupa a Vice-Presidência da Conferência dos Ministros dos Negócios Estrangeiros da África Central” e “Aprovação do Projeto de Lei sobre o Regime de Propriedade da Terra” são dois dos temas divulgados pelo site institucional do Governo equato-guineense.
Na Guiné-Bissau “O Democrata” escreve “Coligação PAI-TERRA RANKA diz que não vai reunir com a missão de alto nível da CEDEAO”. De acordo com a “ANG”, o “Coordenador de Fórum de Paz pede ao Governo implementação de política de emprego jovem”.
“Timor-Leste reforça compromisso com a nutrição e segurança alimentar em workshop nacional” e “TIMOR GAP e Eni assinam acordo para exploração de recursos petrolíferos” são assuntos partilhados pelo site do Governo timorense.
Em Moçambique “O País” refere “UE apela ao diálogo inclusivo para a resolução da crise pós-eleitoral no país”. A “Folha de Maputo” menciona “PR promete combater a corrupção no país”.
Quanto a Cabo Verde, o “Expresso das Ilhas” indica “Plano de cooperação 2025 entre Cabo Verde e Nações Unidas estimado em 20 milhões de dólares”. Na “Inforpress” lê-se “Mosteiros: Orçamento para 2025 com decréscimo na ordem dos 3,45% em relação ao do ano passado”.
Presidente de São Tomé e Príncipe “Carlos Vila Nova em Gana para o reforço da cooperação”, noticia a “STP-Press”. A “Téla Nón” destaca o título “Embaixador da Rússia em São Tomé e Príncipe nega branqueamento de capitais”.
Em Portugal o “Diário de Notícias” publica “Presidenciais: Seguro sugere que Gouveia e Melo quer ‘atropelar a Constituição’”. Segundo o “Público”, “Marques Mendes e Mariana Leitão respondem a Gouveia e Melo com ‘estabilidade’ e Constituição”.
O “Jornal de Angola” avança “PHA focado na abertura de novos comités no Uíge”. O “Correio da Kianda” informa “Reclamações de cidadãos leva Grupo Parlamentar da UNITA solicitar audições a onze ministros”.
No Brasil “O Globo” tem em destaque “Após primeiro pronunciamento do ano, Lula planeja mais tempo na TV para tentar reverter queda na popularidade”. Na “Agência Brasil” pode ler-se “Lula diz que combustíveis fósseis vão financiar a transição energética”.