“Guiné Equatorial aberta ao investimento dos EUA” e “Reunião do Ministro das Finanças e do FMI sobre as reformas estruturais do Governo” são dois dos temas partilhados pelo site institucional do Governo equato-guineense.
Em São Tomé e Príncipe o “Jornal Transparência” divulga “INE promove Ateliê de Validação do Questionário do V Recenseamento -Geral da População e Habitação 2024”. A “Téla Nón” menciona “Japão aumentou a ajuda alimentar a São Tomé e Príncipe”.
A “Carta de Moçambique” publica “FMI diz que raptos estão a afectar ambiente de negócios em Moçambique”. Já “O País” avança “Filipe Nyusi de visita à argélia”.
No Brasil a “Folha de S.Paulo” destaca o título “Congresso controla ao menos 30% da verba de 7 ministérios de Lula”. Segundo o “Estadão”, o “Governo Lula anula trecho de MP e mantém desoneração da folha de pagamento para 17 setores”.
Quanto a Timor-Leste, o “Sapo Notícias” indica que o “Governo timorense aprova 11 milhões de euros para visita de papa Francisco”. No site do Governo timorense lê-se “Na ONU, Ministra Verónica das Dores Apela à Autodeterminação do Saara Ocidental e Reitera Apoio para Solução em Gaza com Dois Estados”.
O “Jornal de Angola” refere que “Angola e ONU anunciam novo quadro de cooperação de 971 milhões de dólares”. De acordo com a “Angop”, “Angola e Cuba dinamizam cooperação parlamentar”.
Na Guiné-Bissau “O Democrata” escreve “Branqueamento de capitais: Governo exorta a criação do quadro legal para supervisionar ONG’s”. A “ANG” cita o coordenador do MADEM G-15, através do título “‘É mentira associar-me aos eventos de 01 de Fevereiro’, diz Braima Camará”.
Sobre Portugal o “Expresso” noticia “Da ‘alegria’ nas ruas à ‘confiança’ de Mortágua: Bloco quer combater o voto útil e conquistar as indecisas”. No “Observador” pode ler-se “ADN quer Justiça acessível à classe média e ‘combater imigração ilegal’”.
Em Cabo Verde o “Governo reforça conectividade aérea doméstica e internacional para impulsionar turismo”, informa o “Expresso das Ilhas”. A “Inforpress” menciona que a “Oposição considera que regresso dos TACV aos voos domésticos é reconhecimento do erro cometido por parte do Governo”.