Guiné-Bissau: PAI-Terra Ranka critica inércia da Comunidade Internacional

A Coligação PAI-Terra Ranka denunciou esta quarta-feira, 10.01, a repressão “brutal” da polícia contra os manifestantes que participavam numa marcha pacífica para exigir o desbloqueio do parlamento e reposição do governo resultante das eleições legislativas de 4 de Junho de ano passado.

Através de um comunicado a Plataforma Aliança Inclusiva (PAI-Terra Ranka) refere que perante a “inércia da Comunidade Internacional em fazer cumprir ou traduzir fielmente a Resolução da 64º Cimeira dos Chefes de Estado da CEDEAO”, que recomendou a reabertura da Assembleia Nacional Popular (ANP) e a reposição do Governo da XI Legislatura, a Coligação PAI-Terra Ranka “decidiu passar para a fase de acções políticas internas, projectando manifestações de protesto contra o Regime instalado a revelia da Constituição e das Leis da República”.

“A marcha foi, no entanto, brutalmente reprimida pelas forças policiais, com espancamento e detenção de cidadãos e uso indiscriminado de granadas de gás lacrimogéneo que se estendeu até a Sede das Nações Unidas”, lê-se no Comunicado.

No mesmo documento a Coligação vencedora das últimas eleições legislativas incentiva os seus militantes e simpatizantes a manterem-se “firmes e fiéis aos valores democráticos, aderindo as acções que visam a reposição e o respeito da normalidade Constitucional”.

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