O Presidente de Angola, João Lourenço, defendeu que o Corredor do Lobito deve passar das intenções à execução prática, com prioridades claras, responsabilidades definidas e mecanismos de acompanhamento eficazes. O projeto visa não só infraestruturas de transporte, mas também impulsionar o agronegócio, a transformação industrial, cadeias de valor regionais e gerar emprego, sobretudo para jovens e mulheres.
O Chefe de Estado destacou a necessidade de reabilitar e interligar ferrovias, estradas e a rede energética, envolvendo Angola, República Democrática do Congo e Zâmbia, e salientou o papel de parceiros como o Banco Mundial, Banco Africano de Desenvolvimento, União Europeia e Estados Unidos. Em dezembro de 2025, foi assinado um financiamento de 653 milhões de dólares para modernizar o eixo ferroviário e as componentes logísticas do corredor.
“O Corredor do Lobito é mais do que uma infraestrutura: é confiança, integração e futuro partilhado”, afirmou Lourenço, sublinhando que o sucesso será medido pelo impacto na vida das populações, com mais emprego, rendimento e oportunidades económicas.