A Polícia Civil do Rio Grande do Norte lançou a Operação Cratos, em Extremoz, nos arredores de Natal, para cumprir mandados contra uma organização criminosa com atuação interestadual. A ação contou com o apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública e de várias forças policiais, incluindo unidades de operações especiais.
Os agentes foram recebidos a tiro e com explosivos, originando um confronto que se prolongou até à manhã de domingo. Três suspeitos — entre eles o líder do grupo, considerado um dos criminosos mais procurados do estado — acabaram mortos.
Quatro polícias civis e dois militares sofreram ferimentos, mas encontram-se fora de perigo.
O chefe da rede era apontado como responsável por homicídios, roubos violentos e uso de explosivos, além de ter ligações a crimes noutros estados, como Pernambuco.
O grupo usava veículos roubados para os assaltos e estava sob investigação por diversos casos de violência.
O nome da operação, Cratos, remete ao deus grego da força e do poder e simboliza a determinação do Estado em enfrentar organizações de alta perigosidade.