São Tomé e Príncipe prepara-se para formalizar o pedido de adesão à Commonwealth, depois de uma proposta aprovada pelo Conselho de Ministros ter sido apresentada ao Governo de Américo Ramos em julho, no âmbito das comemorações dos 50 anos da independência do país, confirmou o Jornal Económico.
O passo seguinte será o envio de uma carta de candidatura oficial para Londres, sede da organização que reúne países com laços históricos ao Reino Unido.
Caso seja aceite, São Tomé e Príncipe juntará-se ao grupo cerca de 30 anos após a entrada de Moçambique, que, embora sem passado colonial britânico, é membro desde 1995.
Este processo reflete a intenção do país em reforçar as suas relações internacionais e beneficiar das vantagens económicas, políticas e culturais oferecidas pela Commonwealth.
Em 2011, o então primeiro-ministro Patrice Trovoada já havia manifestado interesse na aproximação ao organismo, solicitando o estatuto de membro observador.
Agora, o Governo busca avançar para a adesão plena, abrindo portas a novas oportunidades de cooperação e desenvolvimento.