O povo timorense está a apostar em sistemas de alerta para resistir a desastres climáticos. Para que esses sistemas sejam mais eficazes, estão a ser associados a novos dados e a tecnologias ligadas ao conhecimento local.
A informação foi divulgada pela “ONU News”, que acompanhou o resultado de treinos que preparam moradores de áreas remotas a terem mais resiliência face a um futuro de eventos extremos mais frequentes.
Na 29.ª Cúpula do Clima da Organização das Nações Unidas (COP29), algumas injustiças climáticas foram colocadas em evidência, como o facto de os países mais vulneráveis a desastres naturais serem aqueles com menos preparação para se proteger deles.
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, realçou no seu discurso proferido na COP29 que países menos desenvolvidos e nações insulares – fazendo Timor-Leste parte desse grupo – dispõem de menos de 10% dos dados que necessitam para sistemas de alerta eficazes.