A Comissão Europeia anunciou que a entrada em pleno funcionamento do novo Sistema de Entrada/Saída (EES) da UE foi adiada de abril para setembro de 2026, devido a problemas iniciais com a expansão da tecnologia biométrica que causaram atrasos significativos em aeroportos, portos e no Eurotúnel.
Nos aeroportos onde o sistema já funciona, passageiros de países isentos de visto devem registar dados biométricos em quiosques dedicados, o que aumentou os tempos de espera em até 70%, chegando a três horas nos períodos de maior tráfego. Em Lisboa, os atrasos levaram à suspensão temporária do sistema.
O adiamento visa dar flexibilidade aos Estados-Membros para gerir a transição sem criar caos nas viagens de verão, permitindo que os passaportes continuem a ser carimbados manualmente até a implementação completa.