A Amnistia Internacional declarou que os ataques israelitas ocorridos no final de maio em Rafah, que tinham como alvos membros do Hamas e de outros grupos armados, “mataram dezenas de civis deslocados”.
Neste sentido, a organização não governamental (ONG) que defende os direitos humanos defende que esses ataques devem ser investigados como “crimes de guerra”.
Após uma investigação, a Amnistia Internacional considerou que, nesses dois ataques em Gaza, “as forças israelitas não tomaram todas as precauções possíveis para evitar ou minimizar os danos causados a civis que se encontravam em campos de deslocados internos”.
“Estes ataques terão sido indiscriminados e um deles também desproporcionado. Ambos devem ser investigados como crimes de guerra”, indica o comunicado destinado à imprensa.