O confronto entre Israel e Irão escalou significativamente com o ataque dos EUA a instalações nucleares iranianas este fim de semana, incluindo bombardeamentos por mais de 75 munições guiadas e mísseis Tomahawk sobre o complexo de Fordow. Em retaliação, o Irão disparou ondas de mísseis balísticos e drones contra Israel, causando ferimentos entre civis e danificando edifícios em Tel Aviv e Haifa.
O líder supremo iraniano, Ali Khamenei, advertiu o presidente americano Trump que “começou esta guerra, mas nós a vamos terminar”. Enquanto isso, Donald Trump pediu a “rendição incondicional” do Irão, ameaçando mais ataques se não houver cessação, aumentando o receio de escalada regional.
As consequências já se refletem no mercado global: o preço do petróleo atingiu o seu nível mais alto em cinco meses, com expectativas de impacto por possíveis bloqueios do Estreito de Ormuz. A logística global enfrenta riscos crescentes, com interrupções no tráfego aéreo pela região e temores de que as linhas de abastecimento sejam afetadas.
Em resposta, Japão, Austrália e União Europeia apelaram à moderação e à retoma das negociações diplomáticas, enquanto as Nações Unidas alertam que o conflito tem potencial para “iniciar um incêndio que ninguém pode controlar”.