Em Portugal o “Jornal de Notícias” refere que o “PCP pede suspensão da emissão de licenças TVDE”. No “Observador” lê-se “Europeias: IL preocupada com alheamento dos jovens fez pedagogia na noite de Braga”.
Na “Inforpress”, agência de notícias de Cabo Verde, lê-se “FMI/Previsões: Cabo Verde deve crescer 4,7 % este ano contra 5 % de Guiné-Bissau e Moçambique que lideram nos PALOP”. O “Expresso” menciona “Autárquicas’2024: Partidos ‘indiferentes’ quanto à data das eleições desde que se respeite o Código Eleitoral”.
No Brasil “O Globo” tem em manchete o título “Julgamento sobre magistrados da Lava-Jato reacende divisão entre alas do STF sobre a operação”. A “Folha de S.Paulo” destaca “Deputados dos EUA divulgam decisões sigilosas de Moraes e citam 150 perfis removidos no X”.
A “STP-Press”, agência de notícias de São Tomé e Príncipe, cita o primeiro-ministro, Patrice Trovoada, através do título “A sustentabilidade dos nossos oceanos é crucial para ilhas como a de São Tomé e Príncipe”. Segundo a “Téla Nón”, a “Tarifa de energia em vigor não corresponde a realidade- Estado subvenciona em mais de 70%”.
“Primeiro-Ministro defende importância da Economia Azul para conservação ambiental e criação de oportunidades para o povo” e “Vice-Primeiro-Ministro recebe plenos poderes para assinar plano de cooperação económica e comercial durante a 6.ª Conferência Ministerial do Fórum de Macau” são dois dos temas partilhados pelo site do Governo de Timor-Leste.
Quanto a Angola, a “Angop” noticia “Diplomatas analisam cooperação entre Angola e Portugal”. De acordo com o “Correio da Kianda”, a “UNITA confirma pagamento de equipa de arbitragem em Cabinda”.
“Guiné-Bissau e Moçambique lideram crescimento dos PALOP este ano” e “Falsificação de passaportes: PJ detém três funcionários dos Negócios Estrangeiros” são dois dos assuntos divulgados pelo jornal “O Democrata”, na Guiné-Bissau.
Sobre Moçambique, a “Folha de Maputo” indica que o “PM diz que saída da SAMIM não significa fim da cooperação com a SADC”. Já “O País” informa que o “Desempenho económico de Moçambique impressiona FMI”.