O Povo Optimista para o Desenvolvimento de Moçambique (PODEMOS) confirmou o fim do Acordo Coligatório com o antigo candidato presidencial Venâncio Mondlane.
A confirmação foi feita através de um comunicado de imprensa, que anuncia as decisões tomadas pela 10.ª Sessão Ordinária do Conselho Político do partido e caracteriza Mondlane como “inconsistente” e “extremista”.
“Tendo sido esclarecida a 10.ª Sessão de que o documento posto a circular nas redes sociais sobre a rescisão do Acordo Coligatório era, sim, da autoria do ex-candidato presidencial Venâncio António Bila Mondlane, ainda que assinado pelo seu colaborador Dinis Tivane, e violados os princípios de rescisão do mesmo, a 10ª Sessão do Conselho Político anuiu à rescisão, excepto alegações postas no comunicado como fundamentos sobre a mesma”, pode ler-se no documento.
Contrariamente ao que foi divulgado nos últimos dias por Mondlane, o PODEMOS garantiu que em nenhum momento violou o Acordo Coligatório e que o principal responsável pelo divórcio foi o ex-candidato presidencial, através dos seus assessores, principalmente de Dinis Tivane.
“O defeito de qualquer acordo não abre espaço para que as partes evoquem, isolada ou coletivamente, elementos estranhos ao mesmo, para justificar a sua ruptura, salvo se isto tiver sido acautelado no próprio acordo, como os chamados casos de força maior”, é mencionado.