O Presidente da República de Timor-Leste, José Ramos-Horta, partilhou publicamente que, sem o apoio de Cuba, a situação no setor da saúde no seu país “seria uma catástrofe”.
“Sem o apoio de Cuba para a formação médica de timorenses, a situação do setor de saúde hoje em Timor-Leste seria uma catástrofe”, afirmou, citado pela “Lusa”.
As declarações foram feitas nesta quarta-feira, 13 de março, durante a cerimónia de tomada de posse do novo embaixador de Timor-Leste em Cuba, Nívio Magalhães, e da representante permanente de Timor-Leste na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Laura Abrantes.
Ramos-Horta aproveitou ainda a ocasião para lembrar que em 2002, ano da restauração da independência de Timor-Leste, o país tinha apenas 19 médicos, formados na Indonésia, e nenhum especialista. Nessa altura, Cuba destacou 20 médicos, depois 50, e chegou a haver uma brigada de 200 médicos no país.
“Vinte e dois anos depois da independência a presença médica cubana em Timor-Leste continua a ser indispensável”, concluiu.